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Em Reunião Extraordinária realizada na cidade de Tatuapé, entre os dias 22 e 24 de novembro deste ano, a Assembleia Geral da IPI do Brasil resolveu extinguir, nos próximos dois anos, os seminário de Fortaleza, Londrina e São Paulo, este com mais de cem anos. A decisão foi embasada em um relatório apresentado pela Fundação Eduardo Carlos Pereira, que foi solicitado pela Comissão Executiva e pautava sobrea (in)viabilidade dos seminários da IPIB.
Neste relatório se faz um diagnóstico das condições do ensino teológico na IPI do Brasil e apresenta um quadro deficitário, dando como solução o fechamento dos seminários, pois a demanda atual e o montante de recursos investidos não justifica a manutenção dos três seminários.
Como proposta de restruturação, o relatório propõe o redirecionamento do ensino teológico para uma única instituição a ser localizada nas proximidade de São Paulo, capital. Essa nova instituição - a ser contruído nos próximos dois anos com recursos da venda dos patrimônios dos seminário de Londrina e Fortaleza - teria o reconhecimento do MEC e nela os candidatos ao sagrado ministério teriam suas mensalidades custeadas pela IPI do Brasil, cabenda à Comex a regulamentação das vagas e do processo seletivo. A escolha do local se justificaria pela possibilidade de ampliação do campus com a oferta de outros cursos superiores, instalação de um centro de formação para outros setores da IPI, assim como como da instação de um centro de convenções para eventos regionais e nacionais da igreja.
Essa proposta foi amplamente debatida durante todo o dia 23/11. Entre os que defendiam, as palavras de ordem foram despesa e déficit. Essas arguntações, pseudodenomidas "lógicas" enfatizarm o fanto de os seminário serem despendiosos para a igreja e causarem prejuíso para os cofres da IPIB - a lógica pautava-se tão somente nas cifras monetárias. Do outro lado, os que eram contrários ao relatório, acusados de "emocionalistas", defendia que a viabilidade dos seminários não podia ser calculada apenas em critérios puramente monetérios, mas deveriam contemplar aspectos sociológicos e de desenvolvimento denomiacional nas diferentes regiões do país. Posta a votos, depois de uma óbvia e lamentável atitude viciada de condução dos procedimentos, a proposta foi aprovada com 108 a favor e 35 contra, tendo Sínodos inteiros manifestado voto em contrário, como o Sínodo do Nordeste.
AG Fecha Seminários da Igreja